PRODUÇÃO AUDIOVISUAL NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL ESCOLAR

PRÁTICAS FORMATIVAS EM TERRITÓRIOS DA BACIA DO RIO DOCE

Autores

  • Mirella Guedes Lima de Castro Instituto Federal do Espírito Santo image/svg+xml
  • Drª. Manuella Villar Amado Instituto Federal do Espírito Santo image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.36524/saladeaula.v15i3.3574

Palavras-chave:

Educomunicação, Minissérie Educativa, Projeto Rio Doce Escolar, Práticas Pedagógicas, Videoproduções

Resumo

O artigo analisa práticas formativas em Educação Ambiental desenvolvidas no Projeto Rio Doce Escolar, que atua em cinco municípios impactados pelo rompimento da Barragem de Fundão. O objetivo é compreender como a produção audiovisual contribui para processos educativos críticos em territórios da Bacia do Rio Doce. A pesquisa dialoga com fundamentos da Educação Ambiental Crítica, da pedagogia freiriana e da Educomunicação, articulando memória, pertencimento e mobilização comunitária. A metodologia qualitativa, participante e aplicada envolveu a elaboração e análise de Propostas Pedagógicas Aplicadas apoiadas por curso MOOC, oficinas e Grupos de Trabalho escolares. Os resultados mostram que o audiovisual amplia autoria, integra saberes científicos e populares e fortalece vínculos socioambientais, configurando-se como prática pedagógica emancipatória.

Biografia do Autor

  • Mirella Guedes Lima de Castro, Instituto Federal do Espírito Santo

    Doutoranda pelo Instituto Federal do Espírito Santo (Educimat- campus Vila Velha). Possui mestrado em Educação pela Universidade Federal do Espírito Santo-UFES. Licenciada em Ciências Biológicas-UFES. Especialização em Genética Médica e Citogenética-HSPESP-SP. Atualmente desenvolve Pesquisas no contexto da Educação Ambiental Crítica nas escolas públicas da Bacia do Baixo Rio Doce - ES, atuando como coordenadora do polo Colatina do Projeto Rio Doce Escolar, com fomento da Fundação Renova. É professora efetiva do Instituto Federal Estado do Espírito Santo desde 2005. Com experiência na área de Ensino de Genética e Biologia Celular e Molecular- Ensino Superior, Microbiologia Aplicada ao Meio Ambiente e Biologia-EM. Participa do Grupo de Estudos e Pesquisa em Alfabetização Científica e Espaços de Educação Não Formal (GEPAC)- IFES - Vitória.

  • Drª. Manuella Villar Amado, Instituto Federal do Espírito Santo

    É professora titular do Instituto Federal do Espírito Santo, Campus Vila Velha. Graduada em Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Espírito Santo (2002), mestre em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Espírito Santo (2004), doutora em Biotecnologia pela Universidade Federal do Amazonas (2008) e pós-doutora na área de Divulgação e Ensino das Ciências pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto- Portugal (2014). Atua há 10 anos na gestão de pós-graduação. Implantou e coordenou especializações nas áreas de saúde, meio ambiente (EISMA e EEAE) e divulgação científica (EDIV), foi coordenadora do Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências e Matemática (EDUCIMAT) de 2021 a 2025. É Diretora de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão do Ifes Campus Vila Velha. Coordenadora Geral do Projeto Rio Doce Escolar. Coordenadora da Turma UnAC de Doutorado Educimat. Líder do Grupo de Estudos e Pesquisa em Alfabetização Científica e Espaços de Educação Não Formal (GEPAC).Pesquisadora na área de Ensino de Ciências realizando pesquisas em Alfabetização Científica e em Espaços de Educação Não Formal.

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Publicado

04-11-2026

Como Citar

CASTRO, M. G. L. DE; AMADO, M. V. PRODUÇÃO AUDIOVISUAL NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL ESCOLAR: PRÁTICAS FORMATIVAS EM TERRITÓRIOS DA BACIA DO RIO DOCE. Revista Eletrônica Sala de Aula em Foco, v. 15, n. 3, p. 40–51, 4 nov.2026.

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