RESERVATÓRIOS NUMÉRICOS INFINITOS: UMA NOVA FORMA PARA APRESENTAÇÃO DOS CONJUNTOS NUMÉRICOS NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM
DOI:
https://doi.org/10.36524/dect.v16i1.3276Palabras clave:
Conjuntos, Números, Ensino, Aprendizagem e Reservatórios.Resumen
Grande parte do repertório acadêmico, disponível em referências teórico-críticas ou materiais
didático-pedagógicos, apresenta os conjuntos numéricos de uma maneira que gera dúvidas e
incoerências nas interpretações, principalmente com relação às questões de inclusão entre os
conjuntos e a pertinência de algum número em um conjunto específico. Tal fato nos instiga à
criação de alternativas que facilitem a visualização e interpretação das inter-relações entre os
conjuntos e destes com os seus respectivos elementos. Assim, o presente ensaio tem o objetivo de
propor modos mais fluidos de apresentar os conjuntos numéricos, como se fossem reservatórios
de líquidos que escoam para formar outros reservatórios, sob a forma de reservatórios numéricos
infinitos. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica com a abordagem qualitativa. Este
ensaio demonstra que a metáfora dos reservatórios numéricos transcende a mera ilustração visual,
configurando-se como um modelo didático eficaz para a compreensão das relações de pertinência
e inclusão. Ao substituir a abstração estática por uma dinâmica de escoamento, a proposta não
apenas mitiga ambiguidades conceituais entre docentes e discentes, mas também estabelece
novas diretrizes para a elaboração de materiais didáticos, fomentando práticas pedagógicas que
potencializam a apreensão dos conjuntos numéricos no cotidiano escolar.
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